Só acho…

aviao-quedo-acidente-desastre

Anúncios

Dusty Springfield: I Only Wanna Be With You

Mary Isobel Catherine Bernadette O’Brien, também conhecida como  Dusty Springfield, foi uma cantora e produtora musical britânica que brilhou nos rádios e telas em preto e branco nos anos 50 e 60. Dona de uma das mais lindas vozes de todos os tempos segundo a revista Rolling Stone. Além da voz marcante, Dusty ainda encantou tomo o mundo com sua beleza ímpar e sua simpatia irretocável.

A faixa selecionada é do ano de 1963 e foi um dos seus maiores sucessos. Mesmo nos anos 80 e 90, ainda era muito tocada nos bailes do colégio e nas rádios de uma forma geral. Dusty Springfield nos deixou em 1999, aos 59 anos.
Bem vindos a mais uma sessão nostalgia!!!

dusty_springfield

Imagens: reprodução / internet

Como é que é?

CHARUTO COLOR
Chico Fulano havia acabado de comprar seu primeiro automóvel: um Chevette marrom 1979 daqueles que acordavam todo o quarteirão quando ligado pela manhã. O carro era barulhento não pela potência, eia pois, mas sim pelo escapamento rachado. E este precisava de inúmeros cuidados, mas para Chico Fulano estava passando de bom, pois levava-o sempre bem cedo para o trabalho numa companhia perto da cidade, onde batia ponto como porteiro a partir das 6 da manhã.

Certa feita, o nosso herói trafegava pela estrada em direção ao trabalho quando passou por ele motoqueiro alucinado, que olhou dentro dos seus olhos na passagem e foi logo perguntado:

— Como é que éééé?…

Possesso pela provocação, ele acelerou o Chevette velho e ultrapassou sem dó o motoqueiro, que na primeira distração de Chico o venceu de novo tornando a repetir a pergunta:

— Como é que éééé?…

— Mas que motoqueiro abusado! — Afirmou Chico Fulano irritado. Ele deu potência ao motor velho do Chevette e mais uma vez passou pelo motoqueiro envenenado, largando-o para trás e arrepiando pelo asfalto. Porém, quando pensa que não, já lhe passa outra vez o motoqueiro fitando-o nos olhos e tal como antes, afrontando-o com a irritante pergunta:

— Como é que éééé?…

Desta vez, pasmo, Chico não teve reação. Observou boquiaberto o selvagem da motocicleta voar baixo pela estrada, errar a curva e descer barranco abaixo com sua moto até se estabacar no rio lá embaixo. Ele parou então o carro e desceu depressa o barranco para acudir o seu algoz, que saindo do rio todo enlameado e com o guidão da moto na mão enfim completou sua pergunta a Chico:

— Como é que é que se para essa moto?

Koreana: Hand in Hand (Tema dos Jogos Olímpicos de Seoul 1988)

2-koreana-band

Que me perdoem os meus idolatrados leitores por em pleno encerramento das Olimpíadas do Rio vangloriar outro momento olímpico, mas não podia deixar de elevar meus pensamentos ao distante ano de 1988, onde as olimpíadas de Seoul, na Coréia do Sul realmente deram significado ao termo “celebração de união dos povos”.

A canção Hand in Hand (De Mãos Dadas), composta por Tom Whitlock e interpretada pelo grupo Coreano Koreana (há algo de óbvio aqui) foi o momento olímpico mais emocionante da toda a minha história como telespectador. Entendam: não estou falando da história e glória dos nossos atletas que deixaram o seu sangue e seu suor pelo esporte e pelo país, mas sim das mensagens de abertura e encerramento, recorrentes de cada quadriênio. Eu juro, torci muito para que o nosso hino olímpico Alma e Coração fosse marcante tanto quanto, mas me decepcionei não pelo trabalho dos artistas Thiaguinho e Projota ou mesmo dos autores Leo da Baixada, Victor Reis e Rodrigo Marques que são indubitavelmente talentosos e consagrados pelo público, pois eles cumpriram com os papéis aos que foram propostos. O que faltou foi o apelo na mensagem final,  que para mim soou mais como um produto comercial do que como algo realmente perene ao espírito olímpico.

A canção tema das olimpíadas de 88 falavam, em sentido figurado, justamente da queda dos muros que foram levantados entre nós, o que é clara alusão à separação das duas Coreias, a do Norte e a do Sul, tal qual o muro de Berlin separou por décadas as duas Alemanhas.  A unificação de povos apartados é sempre tema de comoção e desperta sentimentos de união, fraternidade e justiça. Talvez por isso tenha tocado o meu coração à época… Pelo menos foi essa a visão que tive àquele tempo (guardadas as devidas proporções) aos 10 anos de idade.

Chorei muito durante a execução desta canção, vendo todos os povos confraternizando e celebrando juntos ao redor do palco… Um momento muito singular, que vai ficar pra sempre guardado na minha memória.

Segue o vídeo original (cantado em coreando e inglês) e a letra traduzida:

De mãos dadas

Veja o fogo no céu

Sentimos nossos corações batendo juntos

Essa é a nossa hora de ascender novamente

Sabemos que temos a chance de viver para sempre

Eternamente

 

(Refrão)

De mãos dadas ficamos firmes pela terra

Podemos fazer desse mundo um lugar melhor para viver

De mãos dadas, podemos começar a entender

Derrubando as paredes que se interpõem entre a gente o tempo todo

Arirang

 

Sempre que damos tudo de nós

Sentimos a chama eternamente dentro de nós

Erguemos nossas mãos para os céus

A calmaria da manhã nos ajuda a viver em harmonia

Eternamente

 

(Refrão)

(Refrão)

De mãos dadas

Derrubando as paredes que se interpõem entre a gente o tempo todo

Arirang

Imagens: reprodução/internet

Tyrrell P34: O Fórmula 1 de 6 rodas

Em 1976 a equipe britânica Tyrrell surpreendeu o mundo ao apresentar para a temporada daquele ano um Monstro (no bom sentido) de seis rodas para a disputa do mundial de fórmula 1.TyrrellProjetado por Dereck Gardner, o modelo inédito de 4 rodas dianteiras tinha o design robusto e agressivo. As 4 pequenas rodas esterçantes foram uma tentativa de reduzir a área frontal do carro e melhorar o seu coeficiente aerodinâmico /penetração no ar.

tyrrell-p34-good-2012-1O monoposto era propulsionado por um motor Ford Cosworth DFVde 8 cilindros e V e tinha uma transmissão Hewland FG 400 de 5 velocidades manuais. O Tyrrell P34 surpreendeu além do visual, conseguindo bons resultados inclusive a vitória no GP da Suécia com Jody Schekter. A potência do motor era de 485 cv e o giro total chegava a 10.600 rpm, o que garantia a velocidade máxima de impressionantes 320 km/h.

553114_10151798089604782_60309757_nO aposta gerou um bólido…

Ver o post original 139 mais palavras

Os Gatões da Festa

LastScan

E foi naquele distante réveillon de 1998 para 1999 que os amigos Toco, Íbas e Mister Newey resolveram causar no salão de festas. Liderados por Toco, os inseparáveis combatentes ensaiaram por semanas um escroto gingado dos quadris, que deveria por intenção ter sido algo sexy, e altas poses de fisiculturismo para impressionar geral as garotas. Isso tudo aconteceria, conforme o plano, ao som de um mega balanço da época: a música Feel it, do grupo The Tamperer (vide vídeo em anexo que você vai entender).

Estava mais para uma piada do que para algo que fosse realmente chamar a atenção, porém o objetivo do enfadonho trio de solteiros já estava traçado. Quando na festa: era refrigerante daqui e paquera malsucedida dali, até que chegou a hora combinada com o DJ e eles foram se aventurar no carpete. Jaquetas voaram para os lados e a plateia ali presente testemunhou o mais ridículo ballet de todos os tempos. Todavia, contrariando a lógica, as pessoas acompanharam tudo com palmas, gritos e assovios altos; encerrando o show com fartos aplausos, lembro bem.

O resultado disso tudo? Muitas risadas e uma fila de donzelas de braços estendidos pedindo por uma dança. A aventura dos três bailarinos é a prova viva de que mais do que músculos e ares de pompa, as garotas ainda gostam mesmo é daqueles que as fazem rir.

Desenho do ano de 2016

The Parlotones: Push Me to the Floor

Pouco conhecidos do cenário musical brasileiro, os sul-africanos do The Parlotones foram a mais agradável surpresa da festa de abertura da Copa do Mundo da África do Sul em 2010 (a maior de todas). O grupo formado em 1998 na cidade de Joanesburgo tem um incrível repertório de músicas que variam do romântico ao pop rock e uma de suas faixas mais belas, a canção Fly to the Moon foi parte da trilha sonora da novela global Escrito nas Estrelas (2010).

Aqui neste post abro destaque para a apresentação que precedeu o show de Shakira na abertura da Copa de 2010 e que encantou o mundo todo, ampliando o cenário do grupo e comprovando o talento e a qualidade do som dos caras.

The Parlotones é uma das minhas bandas favoritas da atualidade:The-Parlotones-816x1024

Imagens: Reprodução / Internet

Marc Anthony: You Sang to Me

Pouco conhecido no Brasil, porém celebrado na sua terra natal, os Estados Unidos, Marc Anthony possui um vasto repertório de baladas românticas e ritmos de salsa. No ano de 1999, o ex-marido de J-lo imortalizou esta que para mim foi uma das mais belas canções já gravadas: You Sang to Me ( Você Cantou pra Mim ).

Composta pelo próprio Anthony e por Cory Rooney, a faixa de melodia doce e letra marcante fala de um homem que não reconheceu o verdadeiro amor quando o teve em suas mãos. Marco Antonio Muñiz ( Anthony ) hoje tem 47 anos e muitas outras belas canções gravadas.

marc-anthony-440

Imagens: Reprodução / Internet

Cher: Trail of Broken Hearts

Hit do ano de 1990 da cantora que foi (e ainda é) um símbolo sexual para pelo menos três gerações dos seus fãs: a faixa é parte da trilha sonora do filme Dias de Trovão (já celebrado neste blog) e embalou muita gente querida nos meus tempos de colégio. A gente tirava as garotas para dançar e se divertia a noite toda nos bons bailes da escola…   ❤cher-2013-650-430cher-press-couch-2015-billboard-650

O clip não é oficial. Trata-se de um fan-made muito bem elaborado, que mostra momentos marcantes da carreira dela. Cherilyn Sarkisian  (Cher) já tem 70 anos e cinco décadas de uma carreira de grande sucesso nos Estados Unidos como atriz e cantora.

Imagens: Reprodução / Internet